À Folha diretor da força-tarefa para o Mundial mantém mistério sobre possível presença do presidente na reta final do torneio. Segundo ele, a Casa Branca tinha o "dever" de questionar a expulsão que acabou revertida, mas não pediu à Fifa que o árbitro fosse retirado da competição durante entrevista por videoconferência. Na conversa, Giuliani também disse acreditar que o evento impulsionará ainda mais o crescimento do futebol no país. O político afirmou que a ausência do presidente nos estádios até a reta final da Copa se deveu às demandas da Presidência, criticou o antecessor Joe Biden e manteve o mistério sobre a agenda do republicano: "Ainda temos seis dias pela frente. Provavelmente veremos o presidente em algum momento antes do fim desta Copa do Mundo". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.