"Como brasileiro, isenção é terrível", diz Petrônio Cançado, sócio e head de crédito privado da Occam. Petrônio Cançado, sócio e head de crédito privado da Occam (esquerda) e Pierre Massari Jadoul, diretor-executivo da ARX Investimentos, em painel na Expert XP 2026 (Foto: Fabio Rizzato / InfoMoney) Publicidade. Queridinhas de pessoas físicas e gestoras, as debêntures incentivadas deveriam ter sua isenção fiscal revista, segundo Petrônio Cançado, sócio e head de crédito privado da Occam. “Acho que não dá para continuar com isso por muito tempo”, disse, em painel na Expert XP 2026, que aconteceu na semana passada em São Paulo. Ao lado dele, Pierre Massari Jadoul, diretor-executivo da ARX Investimentos, e Leonardo Ono, gestor de crédito privado da Legacy Capital, discutiram as consequências da regra em outros setores do mercado e o que aconteceria com os projetos sem ela. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.