Com juros dos Estados Unidos perto das máximas desde 2007, analistas alertam contra "ilusão de ótica" e explicam como equilibrar a segurança da moeda forte com a rentabilidade dos. Sede do Federal Reserve em Washington - 20/10/2021 (Foto: REUTERS/Joshua Roberts) Publicidade. Os rendimentos dos títulos de dívida do governo dos Estados Unidos estão nas alturas. Na última terça-feira (19), os rendimentos dos Treasuries de 10 anos renovaram máximas perto de 4,70%, e os de 30 anos encostaram em 5,2%, patamar que não era visto desde 2007. O movimento, que desde então passou por alívio, reduziu a distância para a remuneração da renda fixa brasileira. “Alguns meses atrás, nós tínhamos um Treasury abaixo de 4%. O diferencial era de 11 pontos percentuais frente à nossa taxa base. Essa alta recente nos yields americanos acabou comprimindo esse spread”, explica Guilherme Almeida, head de renda fixa da Suno Research. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.