Voepass diz que tripulação do voo 2283 era experiente e capacitada; queda de avião matou 62 pessoas em 2024. Segundo a investigação, quando o sistema contra estol (ou "stall", que é a perda de sustentação) empurrou automaticamente o manche para frente para recuperar a capacidade ascensional da aeronave, o copiloto aplicou força na direção oposta, puxando o comando para trás. O conflito entre a atuação do tripulante e o sistema automático teria acionado o mecanismo de desacoplamento dos profundores, fazendo com que as superfícies de comando passassem a operar de forma independente e agravando de forma irreversível a perda de controle. O relatório, divulgado nesta quinta-feira (23), conclui que o acidente foi resultado de uma combinação de fatores operacionais, técnicos e organizacionais. Além da atuação da tripulação nos instantes finais do voo, o Cenipa aponta falhas na gestão da manutenção da Voepass, omissão sobre a gravidade de danos sofridos pela aeronave meses antes da queda e deficiências na fiscalização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.