Para cientistas políticos e diplomatas, é preciso esperar negociações para entender sinais do americano; auxiliares da Casa Branca e tempo até outubro são desafios. Ativos mencionados na matéria Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião com presidente dos EUA, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia 26/10/2025 REUTERS/Evelyn Hockstein Publicidade. O anúncio de um novo tarifaço de 25% dos EUA sobre exportações brasileiras testará a relação construída no último ano entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, além de gerar munição para governistas e oposicionistas às vésperas da campanha eleitoral do Brasil. Esta é a avaliação de cientistas políticos e especialistas em relações internacionais consultados pelo GLOBO, que enxergam diferenças entre a medida dessa terça-feira e o tarifaço original, de 50%, aplicado em agosto de 2025. Desde então, Lula e Trump haviam exaltado a “química” entre ambos na Assembleia-Geral da ONU, em setembro, e engataram reuniões bilaterais em tom amistoso, inclusive com uma visita do brasileiro à Casa Branca, no mês passado. Nesse meio-tempo, Trump suspendeu por conta própria a maior parte das tarifas sobre o Brasil, antes de a Suprema Corte declarar a medida ilegal no início deste ano. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.