Redução da mortalidade materna exige pré-natal de qualidade e atenção no pós-parto
Coordenadora da obstetrícia do Baía Sul Mulher alerta para desigualdades no acesso à saúde e reforça a importância de equipes preparadas para garantir segurança obstétrica e. Coordenadora da obstetrícia do Baía Sul Mulher alerta para desigualdades no acesso à saúde e reforça a importância de equipes preparadas para garantir segurança obstétrica e evitar mortes maternas. Celebrado em 28 de maio, o Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna chama atenção para a realidade de que mulheres no Brasil continuam morrendo por complicações evitáveis durante a gestação, o parto e o puerpério. Segundo dados nacionais, a Razão de Mortalidade Materna (RMM) no país está em torno de 54,5 mortes a cada 100 mil nascidos vivos, índice acima da meta estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê reduzir a taxa para 30 até 2030. No mundo, mais de 700 mulheres morrem diariamente por complicações relacionadas à gravidez e ao parto, o que equivale a uma morte a cada dois minutos. O que torna esse cenário ainda mais alarmante é que 9 a cada 10 óbitos poderiam ser evitados com assistência adequada. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais