Recuperações extrajudiciais avançam no Brasil com pressão de juros altos
Impulsionado pela reforma da lei e pela Selic a 14,25%, o mecanismo direto com credores foi usado por gigantes como Raízen e GPA, somando R$ 109 bilhões em dívidas em 2026. SÃO PAULO, 6 Jul (Reuters) – O pedido de recuperação extrajudicial da Raízen, com dívidas de R$65,1 bilhões, mexeu com o mercado em 2026. Mas a gigante de açúcar e etanol está longe de ser um caso isolado. Após anos de juros punitivos, entre os mais altos do mundo, um número crescente de empresas brasileiras está buscando negociar com credores fora dos tribunais, evitando assim custos associados à recuperação judicial. Pedidos de recuperação extrajudicial saltaram de 16 em 2021 para 84 no ano passado, envolvendo setores que vão da indústria e mineração ao varejo, agronegócio e logística, de acordo com o Observatório Brasileiro de Recuperação Extrajudicial (Obre). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney