Recuperação judicial é instrumento, não destino da empresa, diz CEO da Casas Bahia
Executivo diz que medidas adotadas nos últimos anos não foram suficientes diante dos juros altos. "O destino continua o mesmo: ter uma operação saudável e rentável, que a gente vem evoluindo. Mas ela é um instrumento para a gente poder realmente resolver os passivos estruturais da companhia", afirmou em teleconferência nesta segunda-feira (17). Segundo Franklin, o pedido também é uma forma de fortalecer a continuidade da operação da varejista, "permitindo não só a captação de linhas de crédito de curto prazo, mas também a monetização de alguns daqueles ativos, preservar esses pilares da operação, negociando de forma organizada com os credores". O CEO também disse que a mudança no cenário macroeconômico contribuiu para a decisão de pedir recuperação judicial. Segundo Franklin, a alta dos juros, a guerra entre Estados Unidos e Irã e a maior volatilidade no cenário eleitoral afetaram duas frentes planejadas pela empresa: o aumento do limite de crédito com seguradoras e a captação de recursos no mercado de capitais. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo