O IBC-Br recuou 0,67% em março, puxado pelos serviços. Entenda o impacto da prévia do PIB na Selic e nas projeções de 2026. O recuo de 0,67% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), aponta que a restrição dos juros altos está desacelerando a economia aos poucos, embora a atividade se mostre bastante resiliente, comprovada pelo avanço de 1,3% no primeiro trimestre, comparado ao trimestre anterior. Este resultado de março veio mais fraco do que o esperado – o mercado projetava uma queda de 0,40% – e reforça a percepção de que a economia brasileira começou a perder fôlego no fim do primeiro trimestre. Olhando à frente, o Goldman Sachs vê a economia nacional enfrentando forças opostas: de um lado, a atividade continuará sendo aquecida por transferências fiscais do governo a famílias de baixa renda e pelo mercado de trabalho, com renda real disponível crescendo 6,5% na comparação anual em março. Do outro lado, esse impulso será mitigado pelas “rígidas condições financeiras e monetárias domésticas”, além da inflação em alta e do alto nível de endividamento das famílias. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.