Volume recomprado subiu de R$ 2,5 bilhões em maio para R$ 3,2 bilhões em junho, e ritmo de 2026 já ultrapassa o do ano passado. As empresas listadas na B3 aceleraram a recompra de ações nos últimos dois meses e superaram o acumulado de 2025. Em junho, as companhias recompraram R$ 3,2 bilhões em papéis próprios, ante R$ 2,5 bilhões em maio, segundo levantamento do Itaú BBA. No acumulado do ano, o volume executado chega a R$ 11,1 bilhões, 22,8% acima do registrado no mesmo período do ano passado. O estoque de programas em aberto também é expressivo. Há atualmente R$ 77,6 bilhões em programas de recompra ativos, distribuídos em 107 programas de 92 companhias diferentes, dos quais R$ 65,4 bilhões ainda estão por executar. Considerando esse potencial, o banco calcula um buyback yield (retorno apenas de recompras) de 1,1% para o Ibovespa. O movimento de abertura de novos programas também ganhou tração. Nos últimos 30 dias, 11 companhias anunciaram novos planos de recompra, somando R$ 2,5 bilhões, entre elas Eneva ( ENEV3 ), Ultrapar ( UGPA3 ), Klabin ( KLBN11 ), Natura ( NATU3 ) e Multiplan ( MULT3 ). No acumulado de 2026, são 55 novos programas, que totalizam R$ 27,4 bilhões. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.