Paul Lonergan, morador de Massachusetts, nos Estados Unidos, precisou desembolsar mais de US$ 1.800 (cerca de R$ 9.400) do próprio bolso para consertar u. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Dan Dennis/Unsplash Paul Lonergan, morador de Massachusetts, nos Estados Unidos, precisou desembolsar mais de US$ 1.800 (cerca de R$ 9.400) do próprio bolso para consertar um defeito grave de freio no seu Ford Edge 2017. O problema é que o carro de Lonergan já estava incluído em um grande recall anunciado pela Ford no ano passado, mas a montadora ainda não havia disponibilizado a solução oficial nas concessionárias para resolver o problema. A convocação afetou quase 500 mil unidades dos modelos Ford Edge e Lincoln MKX no país e foi voltada para o risco de ruptura nas mangueiras flexíveis traseiras. Caso o componente se rompesse, poderia haver um vazamento de fluido que afetaria o sistema de frenagem do carro. No caso, Lonergan estava ciente do recall desde setembro, mas só procurou a agência quando identificou o vazamento em abril. Para piorar, ele foi informado de que a montadora ainda não possuía a solução imediata. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.