Investidores devem exigir sinais concretos de consolidação fiscal por parte do próximo governo. Ativos mencionados na matéria Notas de dólares e moedas de real (Imagem gerada com auxílio IA/Leonardo Albertino) Publicidade. O real entra no segundo semestre de 2026 em uma posição relativamente confortável no universo emergente, apoiado por fundamentos sólidos e por um ambiente global que tende a favorecer moedas de países em desenvolvimento, aponta o Morgan Stanley. Por outro lado, a moeda brasileira ainda enfrenta um teto importante: o risco fiscal e a incerteza em torno das eleições, que podem frear um rali mais consistente. A equipe de estratégia do banco lembra que 2026 começou com uma visão construtiva para mercados locais de emergentes. A recente “montanha-russa” no preço do petróleo e a perspectiva de novas altas de juros por bancos centrais emergentes atrapalharam o ganho com queda de juros, mas o quadro central segue o mesmo, vendo espaço para valorização das moedas emergentes nos próximos 3 a 6 meses. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.