Percentual médio ficou em 9,9% nos dois primeiros meses do ano, abaixo dos 10,76% de 2025. De acordo com a agência, a redução mantém uma tendência de desaceleração observada desde 2024, segundo dados do Painel de Reajustes de Planos Coletivos. Os percentuais consideram os reajustes anuais informados pelas operadoras com base na variação dos custos efetivamente praticada. Conforme apurado anteriormente pela Folha, projeções de consultorias apontam a expectativa de aumentos médios entre 8% e 11% neste ano. A desaceleração ocorre após um período de aumentos mais elevados, especialmente na retomada pós-pandemia, quando as operadoras enfrentaram resultados mais pressionados e aplicaram reajustes maiores, com menor margem de negociação. Apesar da desaceleração média, os contratos com menos de 30 beneficiários continuam registrando aumentos elevados. Em 2025, esse grupo teve reajuste médio de 14,24%, quase cinco pontos percentuais acima dos contratos de maior porte, cuja média ficou em 9,62%. Segundo a ANS, cerca de um em cada quatro beneficiários que tiveram reajustes estava vinculado a esse tipo de contrato nos primeiros meses de 2026. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.