Rara no Brasil, anestesia no parto normal é 4 vezes mais frequente na rede privada do que
Medo da dor é motivo mais citado por mulheres que escolhem cesariana, método mais invasivo. Algumas horas depois, durante o parto, quando Evelin estava delirando de dor e tão cansada que não conseguia fazer força, a doula solicitou analgesia. Durante o parto vaginal, explicam especialistas, a anestesia peridural pode ser usada para que a mãe descanse e sinta menos dor. A médica teria respondido que não fornecia anestesia nem para parturientes de planos de saúde, muito menos para as do SUS (Sistema Único de Saúde), conforme os autos da ação em que foi condenada por violência obstétrica no final de 2025. A fala, reproduzida três vezes na sentença, ajuda a ilustrar uma realidade nacional. Entre 2022 e 2025, em hospitais particulares, 32% das mulheres receberam anestesia durante o parto vaginal. Nos hospitais públicos, essa porcentagem cai para 8,6%. Em geral, a oferta de anestesia se restringe a 11,6%. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo