Omar Yaghi vai comandar iniciativa para aplicar inteligência artificial à descoberta de materiais. A mudança de Yaghi ocorre em meio às contínuas interrupções do governo Trump no financiamento da ciência nos EUA e aos esforços dos chineses para atrair cientistas, oferecendo-lhes um cenário com orçamentos generosos. Recentemente, a Universidade Tsinghua, em Pequim, recebeu Yaghi em uma cerimônia de nomeação, chamando-o de um dos maiores químicos do mundo. A universidade disse que ele enxergou o novo cargo como uma oportunidade "não para desacelerar, não para repetir o que já foi feito, mas para fazer ciência com mais energia, mais intensidade e mais ambição do que nunca". "A China está aumentando seu investimento em ciência de modo geral, incluindo química", disse Alessandra Zimmermann, analista de orçamento da Associação Americana para o Avanço da Ciência, um grupo científico sediado em Washington, D.C. As melhores métricas de realização científica, acrescentou ela, mostram que a China "tem superado os EUA em artigos de química de alto impacto". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.