Acelen planta macaúba na Bahia para produzir combustível sustentável de avião, mas comunidades tradicionais se queixam dos impactos. Search povos tradicionais Quilombolas relatam perda de acesso à terra com produção de biocombustível na BA Acelen planta macaúba no Recôncavo Baiano para produzir combustível sustentável de aviação e diesel renovável, mas comunidades tradicionais se queixam dos impactos sobre o território e meios de subsistência Por Bruna Borges e Fernando Martinho | Edição Igor Ojeda 22/06/2026 07:00 + DE CACHOEIRA E SÃO FRANCISCO DO CONDE (BA) — O cultivo de macaúba no Recôncavo Baiano pela empresa de energia Acelen, para a produção de diesel renovável e combustível “verde” de avião, vem danificando estradas próximas e limitando o acesso a áreas de extrativismo antes utilizadas por comunidades quilombolas que vivem no entorno, dizem seus moradores. Por meio de um consórcio liderado pelo banco HSBC e pela IFC (International Finance Corporation, braço de investimentos do Banco Mundial), a Acelen levantou R$ 7 bilhões em crédito público e privado para a construção, na região, de uma biorrefinaria onde a macaúba será processada. Outras dez instituições financeiras nacionais e internacionais participam da parceria, incluindo o BNDES e o Bradesco. A empresa declara que já vendeu 90% de sua futura produção para os Estados Unidos e a Europa. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.