Praticamente não existem registros que atestem sua existência, mas ela continua viva na tradição oral de Itaparica e de cidades do Recôncavo Baiano. Este trecho do livro Maria Felipa de Oliveira–Heroína da Independência da Bahia, de Eny Kleyde Vasconcelos Farias, se refere a esta personagem, no mínimo controversa, da história baiana e brasileira. "Moradora da Ilha de Itaparica, negra, alta, desde cedo aprendeu a trabalhar como marisqueira, pescadora, trabalhadora braçal que aprendeu na luta da capoeira a brincar e a se defender, que vestia saias rodadas, bata, torso e chinelas, foi líder de um grupo de mais de 40 mulheres e homens de classes e etnias diferentes", continua Farias na obra. Praticamente não existem registros ou documentos históricos que atestem a existência de Maria Felipa e de seus feitos. Mas, 200 anos depois, ela continua viva na tradição oral de Itaparica e de cidades do Recôncavo Baiano e nas comemorações da independência. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.