OUTRO LADO: Ex-assessor de Flávio diz que não é investigado e pede. A transferência ocorreu em 2017, quando Queiroz trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro ) como chefe de gabinete de Flávio, agora pré-candidato à Presidência da República. A informação sobre o pagamento consta de um relatório do Coaf usado na Operação Legado, deflagrada em março deste ano pelo MP-RJ. A investigação levou à denúncia de uma rede de pessoas envolvidas, segundo o MP-RJ, na lavagem de dinheiro de Adriano, ex-PM vinculado a diferentes atividades criminosas. Entre os denunciados neste caso está Raimunda Veras Magalhães, mãe de Adriano e também ex-assessora de Flávio na Alerj. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.