Queda do IBC-Br no 2º tri consolida desaceleração e abre espaço para corte na Selic
O recuo de 0,6% do IBC-Br em junho consolida a desaceleração da economia no 2º trimestre. Veja as projeções para o PIB e Selic. O recuo de 0,6% em junho no Índice de Atividade Econômica do Banco Central ( IBC-Br ), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto ( PIB ), foi maior do que o esperado pelos economistas, que projetavam perda de 0,5%. O dado confirma que o país passa por uma desaceleração gradual da atividade, reflexo dos juros altos e do alto endividamento das famílias, e abre espaço para mais cortes na Selic, segundo economistas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o avanço foi de 2,4%, o que mostra que ainda é preciso reduzir o fôlego da economia, que opera entre o freio da Selic e o estímulo que impulsiona os serviços. Antonio Ricciardi, economista do Daycoval, explica que a economia vinha desacelerando no ano passado, mas o primeiro trimestre deste ano teve dados mais fortes puxados, principalmente, pelos estímulos do governo, isenção de imposto de renda, e a valorização do salário mínimo. Agora, no segundo trimestre, a economia voltou ao patamar de desaceleração observado no final do ano passado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney