Quatro viram réus sob acusação de morte de jovem jogada sem cordas de ponte em SP
OUTRO LADO: defesa de três dos acusados afirma discordar da imputação do Ministério Público. Todos os acusados agora viram réus e uma ação penal é iniciada. No curso do processo, a defesa será apresentada e os envolvidos podem ser submetidos a um júri popular, caso a juíza entenda que há elementos suficientes para julgá-los por homícidio doloso (com intenção). Maicon Fernandes Cintra, Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves, e Evelyne dos Santos Gonçalves são acusados de homicídio doloso duplamente qualificado. No caso de Evelyne, que não atuou diretamente no salto, a Promotoria diz que sua responsabilidade se deu por omissão. Ela também responderá por fraude processual —o Ministério Público diz que a mulher atuou para esconder uma câmera GoPro acoplada ao braço de Maria Eduarda no momento do salto. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo