Para os analistas do Itaú BBA, a alta dos minerais críticos pode durar menos de dois anos porque as políticas podem mudar de foco. Serra dos Carajás, onde fica uma das maiores reservas de ferro e outros minerais estratégicos do mundo (Foto: IsabeleC/Wikimedia Commons) Publicidade. Os minerais críticos têm sido tratados como uma potencial “nova mina de ouro” para o Brasil. Apesar de ter a segunda maior reserva do mundo em terras raras (um dos recursos considerados como minerais críticos) e já apresentar expressão no mercado de cobre, o país teria uma janela de oportunidade aberta por não muito tempo, segundo análise do Itaú BBA de relatório da S&P Global. Para os analistas do banco, a alta dos minerais críticos pode durar menos de dois anos porque as políticas podem mudar de foco. Além disso, apesar de importantes para demonstração de capacidade, as minas seriam menos relevantes que a capacidade de processamento do material, algo que o Brasil ainda é considerado carente. A principal comparação é com a China, que tem liderança décadas à frente, além de ser detentora da maior reserva de terras raras do mundo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.