Quando o dinheiro vai embora, os bônus somem junto — e o que vem a seguir pode ser irreversível, afirmam especialistas. Para gestoras menores, uma sequência de resgates pode ser o início de uma espiral difícil de reverter. Com patrimônio menor, os bônus encolhem, a retenção de talentos fica mais difícil e o caminho pode terminar em cortes, fusões ou perda de competitividade. Esse é o cenário descrito por especialistas do mercado financeiro para gestoras independentes que enfrentam resultados fracos, saques crescentes e dificuldade para manter equipes bem remuneradas. Em casas com menos de R$ 1 bilhão sob gestão, a pressão tende a ser ainda maior, pela menor escala para atravessar ciclos adversos. O alerta veio durante o programa Carteiros do Condado, apresentado por Lucas Collazo e Davi Fontenele. Eles receberam Felipe Relvas, CIO da MMZR Family Office, para discutir o estado atual das gestoras independentes brasileiras. O diagnóstico foi duro: quando a performance piora e os resgates se aceleram, o patrimônio diminui, os bônus desaparecem e começa uma espiral difícil de interromper. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.