Prevista na Lei Maria da Penha, a violência patrimonial vai além do controle do dinheiro e inclui retenção de documentos, destruição de bens e restrição da autonomia financeira. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Minhas Finanças Quando o desejo dele em 'administrar melhor o seu dinheiro' vira violência patrimonial Prevista na Lei Maria da Penha, a violência patrimonial vai além do controle do dinheiro e inclui retenção de documentos, destruição de bens e restrição da autonomia financeira Violência patrimonial: crime está previsto na Lei Maria da Penha (Pyrosky/Getty Images). Nem toda violência deixa marcas físicas. Em muitos casos, ela aparece no controle do dinheiro, na destruição de bens ou na restrição da autonomia da vítima. Quebrar o celular da parceira após uma discussão, reter seus cartões de crédito sob o pretexto de “administrar melhor” suas finanças ou impedir o acesso a recursos próprios são exemplos de uma forma de agressão muitas vezes invisível: a violência patrimonial. “É o ato de violência que implica dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, instrumentos de trabalho, bens e valores da pessoa atendida/vítima. Consiste na exploração imprópria ou ilegal, ou no uso não consentido de seus recursos financeiros e patrimoniais”, conceitua o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no Atlas da Violência 2026. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.