O MacBook Neo chamou a atenção de tal forma que a indústria corre para se adequar e rivalizar com o baratinho da Apple. Um dos players é a Qualcomm com seu "nov. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Qualcomm/Reprodução O MacBook Neo chamou a atenção de tal forma que a indústria corre para se adequar e rivalizar com o baratinho da Apple. Um dos players é a Qualcomm com seu "novo" chip Snapdragon C voltado para eficiência e desempenho, mas para notebooks Windows. A empresa divulgou alguns detalhes do seu produto, que deve chegar em notebooks custando a metade do valor do modelo da Maçã. A proposta principal do Snapdragon C é viabilizar uma nova categoria de notebooks Windows na faixa de US$ 300. Para atingir esse preço extremamente competitivo perante o modelo da Maçã, que fica posicionado entre US$ 600 e US$ 700, a Qualcomm adotou uma estratégia focada em redução de custos: reaproveitar o design de um silício de 6 nm lançado há cerca de cinco anos, uma variação do Snapdragon 778G. Essa reciclagem de arquitetura evita os altos investimentos necessários no desenvolvimento de um chip novo do zero e permite reaproveitar drivers maduros do ecossistema Windows em ARM. Em benchmarks divulgados pela Qualcomm, a plataforma chega a entregar até 44% mais desempenho em single-core e o dobro de eficiência energética quando comparada a chips básicos x86 como o Intel Processor N250. No entanto, em termos de desempenho bruto de CPU e GPU, o Snapdragon C pode ficar distante do poder computacional do chip A18 Pro do MacBook Neo, quanto mais do novo modelo que chega ainda nesse ano. O apelo do componente está no custo-benefício para tarefas do dia a dia, com fabricantes como Acer, Asus, HP e Lenovo já preparando os primeiros dispositivos até o fim do ano. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.