CNI e FGV apontam risco de queda no PIB com redução da jornada sem ganho de produtividade. A Câmara aprovou na semana passada a PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 horas para 40 horas. Agora, o texto será analisado pelo Senado. Estudos da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e do FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas) apontam que pode haver impacto negativo no PIB (Produto Interno Bruto) caso a redução da carga horária seja implementada sem uma contrapartida em ganhos de produtividade, que tem se mantido praticamente estagnada nas últimas décadas. A avaliação é que o histórico de aumento da produtividade brasileira mostra que esse fator não é suficiente para compensar a redução da jornada, o que tenderia a gerar perda do produto potencial. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.