Mauro Pinheiro (PP) interrompeu fala de Juliana de Souza (PT) durante sessão legislativa. No momento, a líder da bancada do PT respondia críticas da vereadora Nadia Gerhardt (PL) à esquerda e citou a gravação que mostra Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, chamando o ex-banqueiro Daniel Vorcaro de "meu irmão" e pedindo dinheiro para financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ato foi definido pelos petistas como violência de gênero e repudiado em uma nota pública. O partido decidiu pedir a punição na Comissão de Ética da Câmara de Porto Alegre e também a abertura de uma investigação na Delegacia da Mulher, além de estudar medidas jurídicas para proteger a parlamentar e os demais integrantes da bancada. "Vindo pelas costas, o vereador censurou manifestação regimental com violência, retirando o microfone pelo qual nossa vereadora se manifestava proferindo palavras misóginas e de baixo calão, incompatíveis com o decoro parlamentar e a democracia", diz a nota do PT. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.