Propósito não gera valor sozinho
Significado voltou a ser um ativo estratégico na era da hiperperformance. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Marketing Home Marketing Propósito não gera valor sozinho Significado voltou a ser um ativo estratégico na era da hiperperformance Sabonetes da Dove, da Unilever: impacto em inclusão (Chris Ratcliffe/Bloomberg). Na economia da atenção, até temas relevantes correm o risco de perder significado e virar apenas performance. O propósito corporativo talvez seja um dos maiores exemplos disso. Durante anos, o mercado transformou o propósito em linguagem obrigatória. Mas, em muitos casos, ele deixou de representar compromisso real para virar estética de marca. Executivos passaram a disputar atenção como creators, incorporando à liderança uma lógica permanente de visibilidade. Segundo o estudo Edelman Trust Barometer, 81% das pessoas afirmam que precisam confiar que a marca “faz a coisa certa” antes de comprar, enquanto 64% escolhem, evitam ou boicotam marcas com base em posicionamentos e crenças. Ainda, 73% dizem confiar mais em marcas culturalmente relevantes e conectadas à realidade das pessoas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame