Promotoria pede milhares de anos de prisão para chefes de gangue em El Salvador
Órgão exige pena máxima para 485 réus acusados de ordenar mais de 14 mil crimes de dentro das prisões. Foi o primeiro julgamento em massa contra a liderança da gangue, incluindo os 22 membros da chamada "ranfla histórica", a cúpula do grupo formada por veteranos dessa organização criminosa que é alvo de operações durante a guerra contra as gangues do governo de Nayib Bukele. O processo teve início em 20 de abril, com 485 réus, e foi acompanhado virtualmente pelos acusados, entre eles cerca de 220 líderes de facções mantidos no Centro de Confinamento do Terrorismo (Cecot), o megapresídio de segurança máxima de El Salvador. Antes de proferir a sentença, o Tribunal Contra o Crime Organizado deverá analisar um extenso processo formado por 650 gravações de áudio e 22 mil páginas de documentos, entre eles relatórios policiais, álbuns fotográficos, autópsias e laudos apresentados pela Promotoria. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo