Proliferação de satélites pode comprometer observações astronômicas
A crescente quantidade de satélites lançados à órbita da Terra pode dificultar cada vez mais o trabalho de astrônomos que observam o cosmos. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Monte sua trilha Jogos Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Exploração Espacial Proliferação de satélites pode comprometer observações astronômicas Pesquisa do Observatório Europeu do Sul alerta que constelações com centenas de milhares de satélites podem prejudicar dados coletados por telescópios Rodrigo Mozelli 20/08/2026 14:25 Prefira o OD no Google O espaço está ficando mais movimentado: por exemplo, a Starlink passou de 6 mil para mais de 10 mil satélites - Imagem: Kamphues, ESO/M. Kornmesser Compartilhe: Prefira o OD no Google A crescente quantidade de satélites lançados à órbita da Terra pode dificultar cada vez mais o trabalho de astrônomos que observam o cosmos. É o que aponta um estudo do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), organização responsável por operar telescópios no norte do Chile. Segundo a pesquisa, propostas atualmente existentes para colocar mais de 1,7 milhão de satélites em órbita, incluindo alguns objetos de alto brilho, poderiam prejudicar de forma significativa as observações astronômicas. Hoje, há cerca de 15 mil satélites em órbita. O principal problema está nos rastros luminosos deixados pelos equipamentos quando passam pelo campo de visão dos telescópios. Essas linhas brilhantes podem interferir tanto no funcionamento dos observatórios quanto na qualidade das imagens obtidas do céu noturno. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital