Professora criou Ara Ketu inconformada com injustiças na periferia
Nome do bloco homenageia a cidade de Ketu, no Benim. Trata-se de uma das regiões de onde foram traficadas mais pessoas escravizadas para o Brasil. Ao lado do primo, Augusto César (que morreu em 2016), a música e o carnaval, que se tornaram famosos, eram apenas parte dos ideais. Ela queria gerar impacto social, conforme compartilhou, na sexta (3), ao lado de outras artistas no Festival Latinidades, em Brasília (DF). O nome da agremiação homenageia a cidade de Ketu, no Benim. Trata-se de uma das regiões de onde foram traficadas mais pessoas escravizadas para o Brasil. Vera explica que a motivação para o bloco nasceu do inconformismo com as desigualdades sociais na região do subúrbio ferroviário. A professora de história, mestre em filosofia, descobriu que poderia utilizar a música como instrumento de transformação e inclusão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil