Professor estreia na literatura aos 82 anos com livro sobre suicídio da filha
Fernando José de Almeida escreve. Almeida rejeita qualquer ideia de superação. "Não é um combate ao luto, mas um combate com o luto", diz. Manifestar essa dor se tornou sua nova forma de viver. Com o tempo, no entanto, tem aprendido a "não invadir a vida das pessoas com o luto". "Eu entro no táxi e tenho vontade de contar para o motorista que minha filha morreu, mas isso gera um mal-estar.". Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de link Cadeado representando um link Copiar link Ícone fechar Carregando... "A morte e a vida não são excludentes, são necessariamente uma conversa, um diálogo entre a coragem de viver e a necessidade de morrer", afirma. Antes de escolher morrer, segundo ele, Lorena escolheu não morrer —e é essa vida que Almeida rememora em seu livro. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo