De acordo com a ação, o passivo se acumula há mais de 25 anos e teria resistido a diversas tentativas de cobrança. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) protocolaram na última quarta-feira (1) um pedido de falência contra as empresas que compõem o Grupo Dolly, fabricante de refrigerantes, alegando uma dívida ativa de R$ 15,7 bilhões com a União, o Estado de São Paulo e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo as procuradorias, do total devido, R$ 8,3 bilhões correspondem a débitos inscritos na dívida ativa da União, R$ 7,4 bilhões referem-se à dívida ativa paulista e cerca de R$ 15 milhões estão relacionados ao FGTS. De acordo com a ação, o passivo se acumula há mais de 25 anos e teria resistido a diversas tentativas de cobrança. Os órgãos afirmam que o endividamento não decorre apenas de dificuldades financeiras, mas de uma estratégia de “blindagem patrimonial” que teria dificultado a recuperação dos créditos públicos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.