Órgão diz não caber à Justiça Eleitoral. Na manifestação, o órgão se posicionou contra a intervenção judicial no caso, que foi solicitada pela pré-campanha de Flávio, e afirmou que o critério da Justiça para o tema deve ser "estritamente técnico-jurídico a partir do arranjo normativo posto" e "não pode se pautar pelas possíveis consequências do resultado dessa pesquisa perante o eleitorado". A peça é assinada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa. De acordo com ele, os eleitores têm valores e opiniões sobre os fatos que impactam a disputa eleitoral e devem poder se manifestar sobre eles por meio dos levantamentos. Dessa forma, não caberia à Justiça eleitoral interferir. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.