Animais como mamutes e preguiças eram chave da dieta na América do Norte e no Cone Sul, diz estudo. O trabalho foi publicado na última quarta-feira (1º) na revista especializada Science Advances e é assinado por pesquisadores de instituições no Canadá, nos Estados Unidos e na Argentina, entre os quais os coordenadores Ben Potter, da Universidade do Alasca, e James Chatters, da Universidade McMaster. A dupla e seus colegas tomaram como base os ossos de animais caçados pelos antigos habitantes do continente descobertos em três grandes regiões: o Alasca, o interior da América do Norte e a América do Sul. Nas duas últimas áreas, eles levaram em conta a predominância de dois tipos bem conhecidos de tecnologias de caça, a chamada cultura Clovis (assim chamada por causa de um sítio arqueológico com esse nome no Novo México, onde foi caracterizada pela primeira vez), e a designada pela sigla inglesa FPP (ponta de projétil rabo-de-peixe, por causa do formato dos artefatos de pedra). Tanto os artefatos Clovis quanto as FPPs foram projetados para funcionar com eficiência na ponta de lanças ou dardos, que provavelmente eram atirados à distância nos animais perseguidos por esses antigos caçadores-coletores. Segundo os autores do estudo, o auge do emprego dessas armas foi de 13,5 mil anos atrás a 11,6 mil anos atrás (as datas da América do Norte seriam um pouco mais antigas que as da América do Sul). No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.