Pressão sobre Putin cresce após Moscou ser novamente atacada por drones
Autoridades russas disseram que 419 drones foram abatidos em toda a Rússia, incluindo na capital e na Crimeia. Pessoas se reúnem perto de uma casa particular danificada, enquanto fumaça e chamas sobem após um ataque de drones ucranianos, segundo autoridades regionais, no contexto da guerra entre Rússia e Ucrânia, em Yegoryevsk, na região de Moscou, Rússia, em 30 de junho de 2026, nesta imagem capturada de um vídeo publicado nas redes sociais. Redes sociais/via REUTERS Publicidade. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, enfrentou uma nova rodada de pressão nesta terça-feira (30), depois que a Ucrânia lançou outro ataque contra a capital russa, continuou a afetar o abastecimento de combustível no país e avançou em sua campanha para isolar a Crimeia, península anexada por Moscou da Ucrânia em 2014. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, relatou várias ondas de drones desde a noite de segunda-feira, menos de duas semanas após a Ucrânia promover o maior ataque com drones contra a capital russa desde o início da guerra. Em mensagem no Telegram, ele disse que as defesas aéreas russas derrubaram mais de 60 drones que se aproximavam de Moscou e que os serviços de emergência atuavam nos locais das quedas. Ele não mencionou feridos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney