Incerteza tem pesado sobre os 20 mil marinheiros retidos na zona de guerra. "É estranho ver tudo aparentemente normal do lado de fora quando ninguém aqui dentro consegue ficar tranquilo", diz o marinheiro paquistanês, que prefere não revelar o nome verdadeiro. Mas a normalidade é só aparente. Khan e outros 20 mil marinheiros estão presos no estreito de Hormuz ou em áreas próximas desde 28 de fevereiro, por causa da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. O que antes era uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo, por onde passava um quinto do petróleo e gás consumidos globalmente, agora está praticamente tudo parado, enquanto mísseis cruzam o céu e minas são espalhadas debaixo d'água. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.