Empresário foi condenado por uso indevido dos meios de comunicação na campanha à Prefeitura de São Paulo. Marçal alegou falta de provas e cerceamento de defesa durante o processo. Ele foi condenado no ano passado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições para a Prefeitura de São Paulo em 2024. O candidato organizou um "campeonato de cortes" de vídeo nas redes sociais. O TRE concluiu que a campanha adotou uma estratégia de cooptação de apoiadores para disseminar conteúdos de Marçal nas redes sociais, com remuneração aos participantes e oferta de brindes. O presidente do TRE-SP afirmou que, para analisar as alegações de Marçal, seria necessário revisar fatos e provas. Segundo ele, a súmula 24 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) prevê que "não cabe recurso especial eleitoral para simples reexame do conjunto fático-probatório". A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.