Castiglioni Neto diz que linhas operadas pela estatal empresa devem continuar sob gestão pública. "Eu não acho que essa empresa deva ser privatizada. Eu não acho que as linhas hoje operadas pelo Metrô devam ser concedidas", disse, em entrevista à Folha, em uma espécie de posicionamento da empresa sobre uma possível paralisação da categoria que estava marcada para esta quarta-feira (13). A greve foi adiada horas depois, em votação dos metroviários após assembleia realizada na sede da categoria na zona leste paulistana. Ao defender a manutenção das linhas do metrô sob gestão pública, ele buscou rebater frases de que o governo está sucateando a empresa para vendê-la. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.