Segundo município, faixa do Leme ao Leblon tem 1.000 vendedores clandestinos; 20% são estrangeiros. A prefeitura disse ter identificado que facções criminosas exploram vendedores irregulares, cobrando taxas para o uso do espaço no calçadão. "Informações indicam que algumas facções criminosas cobram de R$ 200 a R$ 300 por dia por pontos de venda na orla", afirmou Marcus Belchior, secretário municipal de Ordem Pública. A diferença do projeto anunciado para o modelo atual de fiscalização é o monitoramento diário da orla. A cada 12 horas, segundo a prefeitura, 160 agentes municipais serão escalados para o trabalho no calçadão. Os 320 agentes, espalhados por 69 pontos do Leme ao Leblon, começam a atuar a partir da semana que vem, com apoio de setores de inteligência das polícias Civil e Militar. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.