Para especialistas, as grandes empresas consumidoras de lenha devem tomar medidas efetivas de monitoramento de sua rede de fornecedores. Search Trabalho escravo Poucas denúncias e difícil acesso travam combate à escravidão no corte de lenha Para especialistas, as grandes empresas consumidoras de lenha devem tomar medidas efetivas de monitoramento de sua rede de fornecedores; baixo número de denúncias e dificuldade de realizar fiscalizações nas frentes de trabalho são apontados como desafios no combate a violações no setor Por Daniela Penha | Edição Igor Ojeda 07/07/2026 05:30 + ENTRE 2017 E 2025, 336 trabalhadores foram resgatados do trabalho escravo em atividades relacionadas ao cultivo de eucalipto e extração de madeira, mostram dados do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) enviados a pedido da Repórter Brasil. Parte desses casos envolve produtores que forneceram lenha para grandes empresas de grãos, carnes e laticínios. É o que revelam flagrantes de trabalho escravo dos últimos quatro anos. Como noticiou a Repórter Brasil, empregadores autuados por submeter seus empregados a condições análogas à escravidão comercializaram madeira para biomassa com gigantes do agronegócio como Aurora, Amaggi, grupo Durli e Bravalat.:: Leia também: Documentos apontam que Amaggi e Durli compraram lenha de autuado por escravidão::. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.