Imóveis associados a Porsche, Armani e Faena podem valer até 22% a mais. Mas há condição para esse prêmio se sustentar — e o mercado brasileiro ainda não aprendeu a lição. É colunista do Portas, economista e doutor pela FEA/USP. Professor do Núcleo de Habitação, Real Estate e Regulação do Laboratório de Cidades do Insper É colunista do Portas, economista e doutor pela FEA/USP. Professor do Núcleo de Habitação, Real Estate e Regulação do Laboratório de Cidades do Insper Análise & Opinião. 28/05/2026 06:11 Leitura: 5 Minutos Compartilhar Compartilhar Veja o resumo da noticia. Prédio do Four Seasons em Madrid: prédios assinados podem custar até 22% mais - iStock Nos últimos anos, o mercado imobiliário brasileiro aderiu aos chamados imóveis de grife. Esses empreendimentos estão associados a arquitetos renomados, escritórios premiados e marcas de luxo e podem custar até 22% mais por essa assinatura. Entretanto, os imóveis de grife não se resumem a estampar uma marca reconhecida mundialmente. Eles misturam design e sinalização, dando origem ao que chamo de arquitetura posicional. Enquanto o design está associado à qualidade arquitetônica, funcionalidade, estética e experiência, a sinalização é medida pelos prêmios, reputação e reconhecimento tanto do arquiteto quanto do projeto. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.