Para Bianca Lima, da XP, e Carolina Grillo, do GENI-UFF, percepção de insegurança influencia mais o eleitor do que indicadores de criminalidade e ajuda a explicar por que. A queda dos homicídios registrada nos últimos anos não foi suficiente para reduzir a sensação de insegurança da população brasileira. Na avaliação de especialistas ouvidas pelo Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney, a percepção do eleitor é muito mais influenciada por crimes do cotidiano, como roubos e furtos de celulares, do que pelos indicadores oficiais de violência. Essa diferença ajuda a explicar por que a segurança pública se consolidou como um dos principais temas da eleição de 2026, mesmo em um cenário de redução da taxa nacional de homicídios. Segundo Carolina Grillo, pesquisadora do GENI-UFF, a percepção da população nem sempre acompanha a evolução das estatísticas criminais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.