FIDCs tiveram a segunda maior captação líquida da indústria de fundos no mês de maio; em 2026, entrada de capital já soma R$ 21,5 bilhões. Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs) têm se tornado uma das principais escolhas dos investidores na hora de investir em fundos. Os dados da Anbima referentes a maio de 2026 apontam que a classe apresentou a segunda maior captação líquida da indústria, com entrada líquida de R$ 2,5 bilhões — atrás apenas dos ETFs. Os FIDCs também já tinham se destacado nesse quesito em abril. Na ocasião, enquanto a indústria de fundos como um todo registrou resgates líquidos de R$ 18,1 bilhões, os FIDCs foram na contramão e lideraram as captações líquidas com R$ 4,5 bilhões no mês. No acumulado de 2026, o número também impressiona: os FIDCs registraram entrada líquida de R$ 21,5 bilhões, até o fechamento de maio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.