Apesar de alerta de emergência internacional da OMS, cenário não apresenta potencial pandêmico devido a limitações na forma como o vírus é transmitido. Em 30 de janeiro de 2020, cerca de dois meses antes de falar em pandemia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou emergência de saúde pública de importância internacional pela Covid-19, o estágio mais alto de alerta da organização. No último fim de semana, o órgão voltou a instaurar o status de emergência internacional, dessa vez devido a um surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. Mas, ainda que a medida desperte memórias de 2020, a crise atual não deve virar uma pandemia. O próprio chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que o cenário do Ebola não atende aos critérios de “emergência pandêmica”, segundo a definição dos Regulamentos Sanitários Internacionais. A OMS avalia o risco da epidemia como alto nos níveis nacional e regional, mas baixo no âmbito global. A principal preocupação é com a amplitude a rapidez da disseminação do vírus nos locais atingidos, com quase 600 casos suspeitos e 139 mortes notificadas até esta quarta-feira. Abaixo, entenda em 5 pontos por que o surto de Ebola nos países africanos não deve virar uma pandemia. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.