Por que o iFood ignora a volta ao presencial e usa a flexibilidade como pilar para reter
Em entrevista exclusiva, o VP de Pessoas revela a engenharia por trás do modelo que ignora o retorno obrigatório ao escritório e utiliza 12 mil agentes de IA para libertar o RH da. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Carreira Guia de Carreira FUTURO DO TRABALHO VAGAS DE EMPREGO CARREIRA INTERNACIONAL CONCURSOS MUNDO RH Home Carreira Por que o iFood ignora a volta ao presencial e usa a flexibilidade como pilar para reter talentos Em entrevista exclusiva, o VP de Pessoas revela a engenharia por trás do modelo que ignora o retorno obrigatório ao escritório e utiliza 12 mil agentes de IA para libertar o RH da burocracia (Divulgação). Enquanto o Vale do Silício e as grandes capitais globais vivem uma queda de braço pelo retorno ao presencial, o iFood — que hoje movimenta 0,64% do PIB brasileiro — decidiu que a geografia não deve ser uma trava para o talento. Sob a liderança de Raphael Bozza, VP de Pessoas, a empresa consolidou o modelo "híbrido flexível com propósito", onde a métrica de sucesso não é a cadeira ocupada, mas o impacto gerado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame