*Por João Nakata Comprar um ar-condicionado costuma começar por uma pergunta simples: “quanto custa?”. Mas, quando o assunto é. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Danilo Berti/Canaltech *Por João Nakata. Comprar um ar-condicionado costuma começar por uma pergunta simples: “quanto custa?”. Mas, quando o assunto é climatização, o menor preço na etiqueta nem sempre representa a melhor economia. Isso porque o valor pago na compra é apenas uma parte do custo real do equipamento. O que pesa no bolso ao longo dos anos aparece depois: conta de luz, manutenção, queda de desempenho, ruído, paradas inesperadas e até a necessidade de trocar o aparelho antes do previsto. Esse cuidado se tornou ainda mais importante porque o consumo de energia dentro de casa tem ganhado cada vez mais relevância no orçamento das famílias. Segundo a ABEGAS, em janeiro de 2026, o consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 4,1% na comparação com janeiro de 2025, puxado principalmente pelo setor residencial, que registrou alta de 8,6%, impulsionado por temperaturas elevadas e maior uso de aparelhos em casa. Isso mostra que o gasto com eletricidade é um fator cada vez mais importante ao avaliar o custo real de um ar-condicionado. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.