Um ano após a “onda DeepSeek”, a China novamente se destaca no mercado global de inteligência artificial (IA), mas com nomes diferentes. Soluções criadas no paí. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. André Magalhães/Canaltech Um ano após a “onda DeepSeek”, a China novamente se destaca no mercado global de inteligência artificial (IA), mas com nomes diferentes. Soluções criadas no país asiático ganham cada vez mais força no uso empresarial, deixando alguns modelos dos EUA de lado. Famílias de modelos chineses, como Qwen e Kimi, se tornam cada vez mais populares no meio corporativo. As plataformas de testes de benchmark colocam essas opções no mesmo patamar das soluções de ChatGPT, Claude e Gemini, mas com uma vantagem financeira maior. Todo esse ressurgimento ocorre após tentativas dos EUA de barrar o acesso a modelos poderosos de IA pela potência asiática e grande rival no cenário econômico. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.