Por que é quase impossível construir um robô sem a tecnologia da China
País dominou a produção de componentes, reduziu custos e aproveitou a estrutura criada para a indústria de veículos elétricos. Robô boxeador faz demonstração na China (Foto: Chang W. Lee/The New York Times) Publicidade. TÓQUIO — O Japão liderou o mundo da robótica por décadas. Há mais de 50 anos, pesquisadores japoneses despertaram a imaginação do público com o primeiro robô capaz de agarrar objetos e andar sobre duas pernas. Em 1984, uma equipe no Japão construiu um robô que conseguia ler partituras e tocar piano. Quando a Honda apresentou seu primeiro humanoide, em 2000, parecia ter consolidado a liderança do país. Mas agora, justamente quando investidores de tecnologia, fundadores de startups e autoridades governamentais do mundo todo apostam que a inteligência artificial impulsionará o crescimento da robótica, essa liderança já não pertence ao Japão. Ela pertence à China. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney