Por que as big techs estão investindo na moda?
OpenAI abriu ao público sua loja de roupas, seguindo Palantir, Shopify e Figma, num movimento que expõe os limites e as apostas do setor. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens 100 MELHORES RESTAURANTES VINHOS TURISMO RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual Por que as big techs estão investindo na moda? OpenAI abriu ao público sua loja de roupas, seguindo Palantir, Shopify e Figma, num movimento que expõe os limites e as apostas do setor Moletom da Supply Co. com a frase "Good Research Takes Time" nas costas, referência à carta fundadora da OpenAI (Divulgação). A OpenAI abriu recentemente ao público a Supply Co., sua loja de roupas e acessórios que antes só chegava a funcionários. Meias de R$ 76, camisetas de R$ 203 e um moletom com zíper de R$ 889 compõem a coleção, ao lado de uma bola de basquete estampada com o logo do ChatGPT, vendida por R$ 356 e esgotada em minutos. O diretor de design, Ben King, contou ao Wall Street Journal que a bola foi inspirada no Golden State Warriors, time cuja arena fica em frente aos escritórios da empresa em São Francisco, e que Virgil Abloh serviu de referência para a coleção. Os lançamentos, segundo ele, vão acompanhar marcos da companhia, não um calendário de moda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Exame