Além do frio, hábitos como beber menos água e tomar banhos muito quentes influenciam na aparência opaca e seca. A mudança do clima deixa o ar mais seco, o que aumenta a perda de água da pele. A especialista em dermatocosmética Fernanda Chauvin explica que a camada mais superficial, chamada de estrato córneo, conta com uma proteção natural de água e óleo. Quando a umidade cai, ela "puxa" essa água, diz. A consequência é a aparência acizentada e áspera. O frio e o vento também pioram a função da barreira da pele. "O impacto direto favorece a microinflamação e a descamação fina, o que reduz o brilho natural", afirma Glauce Eiko, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Hábitos que adotamos nessa época do ano também influenciam. Os banhos mais quentes e longos ajudam a remover parte da hidratação natural da pele, o que diminui a capacidade de reter água. Isso pode evoluir para fissuras e rachaduras, diz Eiko. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.